18 de maio de 2020

Além da PF, Lava Jato de Moro e Deltan também acobertou Flávio Bolsonaro

Queiroz samba na cara de Moro e Rosângela
A denúncia do empresário Paulo Marinho sobre a proteção da Polícia Federal a Flávio Bolsonaro confirma as suspeitas de manipulação não só da PF, mas da Lava Jato na Operação Furna da Onça, executada em 8 de novembro de 2018.
Furna da Onça, “um desdobramento da Lava Jato no estado do Rio de Janeiro, contou com a participação de 200 policiais federais, 35 membros do Ministério Público Federal e 10 auditores da Receita Federal”.
Na ação, foram presos 10 deputados estaduais colegas de Flávio Bolsonaro, todos eles adeptos da mesmíssima prática da “rachadinha”, corrupção e lavagem de dinheiro de Flávio Bolsonaro.
E, além dos 10 deputados, também foram presos 16 assessores parlamentares, todos eles colegas do fugitivo Fabrício Queiroz, e todos eles igualmente “laranjas” e operadores dos esquemas corruptos dos gabinetes parlamentares.
A investigação que causou as prisões se baseou em relatórios do COAF de movimentações financeiras atípicas de parlamentares e assessores.
No caso de Fabrício Queiroz, parceiro de churrascadas e pescarias do Jair e assessor do Flávio Bolsonaro, o COAF identificou a movimentação atípica de pelo menos R$ 1,2 milhão, mas que na realidade pode ultrapassar os R$ 6 milhões. O COAF inclusive encontrou depósitos de Queiroz na conta da hoje primeira-dama Michelle Bolsonaro.
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