4 de novembro de 2019

Senador Randolfe responde ameaça do Pastor Feliciano e pede convocação dele à CPMI das Fake News

 
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) reagiu às ameaças do deputado e vice-líder do governo Bolsonaro, Marco Feliciano, que convocou a milícia digital para 'espancar' o parlamentar. Randolfe anunciou que apresentou pedido de convocação do pastor à CPMI das Fake News.
"A covardia é a principal marca dessa corja! Mas não irão nos intimidar: acabo de apresentar pedido de convocação do dep. @marcofeliciano p/ falar na CPMI das Fake News sobre os grupos que promovem ataques nas redes sociais que ele  menciona no áudio", anunciou o senador.
Depois de um embate entre os dois nas redes sociais neste domingo 3, Feliciano enviou um áudio ao pastor Guaracy Jr., presidente do PSL do Amapá, estado de Randolfe Rodrigues, em que pediu que fosse levantado "um grupo de pessoas" para "espancar" o "senadorzinho" nas redes sociais.
Procurado, Feliciano inicialmente disse que o áudio era "fake", depois disse se lembrar da gravação, mas acrescentou que não se manifestaria (ouça o áudio em reportagem da Época).
"Meu querido líder Guaracy, tudo bom? Por favor, amigo, dá um abraço no pastor Jeziel. Agradece a ele por atenção, por ter saído em minha defesa. Não sou juiz igual ele (sic) , mas eu leio um pouco, né? E esse senadorzinho aí precisa de um trato, né? Se ele puder me ajudar mais... Se ele puder levantar um grupo de pessoas pra ir lá no Twitter dele ou no Facebook e espancar ele (sic) , ele começa a baixar a bola".
Nota de Feliciano:

"Sobre a nota que destes sobre meu embate com o Sen. Randolfe, gostaria de frisar o óbvio. A linguagem por mim usada no áudio era em sentido figurado, e inserida dentro de um contexto de embate político, em uma conversa particular. Espancar, dentro daquele contexto, nada mais significava do que defender de maneira aguerrida nosso ponto de vista sobre uma questão jurídica. De fato, a disputa é da natureza da política, assim como é absolutamente natural buscarmos mobilizar pessoas para defender nossos pontos de vista. Enfim, nada além do enfrentamento diário contra a esquerda que fazemos diariamente nas redes e mesmo no plenário da Câmara dos Deputados".

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