20 de maio de 2019

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do RN abre concurso público

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Norte (CRMV-RN) abriu nesta segunda-feira, 20, concurso público para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível médio. As oportunidades são para Agente Administrativo e Agente Fiscal e o salário inicial é de R$ 1.996,00.
O edital publicado pelo Instituto Quadrix prevê preenchimento de uma vaga efetiva e 29 de cadastro de reserva para Agente Administrativo, além de uma vaga efetiva e 29 de cadastro de reserva para Agente Fiscal, já considerados os quantitativos de vagas reservadas aos candidatos negros e candidatos com deficiência. O documento pode ser consultado no site do instituto: www.quadrix.org.br.
As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela internet, através do site da organizadora, a partir desta segunda-feira, 20, até o dia 8 de julho. A taxa de inscrição é de R$ 48,00 (quarenta e oito reais). Previstas para o dia 28 de julho, no turno vespertino, as provas objetivas, serão de caráter eliminatório e classificatório e contarão com 40 questões de Conhecimentos Básicos, 20 de Conhecimentos Complementares e 60 de Conhecimentos Específicos.
De acordo com o edital, todas as fazes do concurso serão realizadas em Natal e os aprovados serão submetidos ao regime de trabalho da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, fazendo jus aos direitos, às vantagens e às obrigações previstas em lei, reguladas em acordo coletivo de trabalho e em normas administrativas internas do CRMV-RN.
Para concorrer às vagas, os candidatos precisam ter pelo menos 18 anos na data da contratação, Ensino Médio completo e Carteira Nacional de Habilitação de, no mínimo, categoria “B”, além de estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, no caso do candidato do sexo masculino. 

O presidente do CRMV-RN, dr. Wirton Peixoto Costa, reforçou a importância do concurso para a autarquia. “Nós estamos expandido muito a nossa atuação e isso implica na necessidade de aumentar a equipe”, afirmou.

agorarn

BOLSONARO TENTA AUTOGOLPE COM CERCO AO CONGRESSO E JUDICIÁRIO

19 de maio de 2019

Gustavo Bebianno revela bastidores de sua relação com o presidente e diz que o filho Carlos era identificado pelo pai como “um pitbull para se deixar quieto”



Na revista Veja que está nas bancas, o ex-ministro Bebianno, demitido após queda de braço com o filho do presidente, revela bastidores de sua relação com o presidente, hoje rompida.
E afirma que Bolsonaro se desequilibra quando tem que tratar sobre a interferência do filho Carlos, a quem ele identificou como “um pitbull para deixar quieto”.
Confira a entrevista do ex-ministro e ex-amigo do presidente, publicada nas páginas amarelas da Veja desta semana.
O EX-MINISTRO da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno esteve no centro da primeira grande crise do governo de Jair Bolsonaro. Bebianno era o presidente do PSL durante a campanha eleitoral de 2018. Em fevereiro passado uma reportagem da Folha de S.Paulo acusou a sigla de acumular dinheiro para o fundo partidario por intermédio de “laranjas”. Bebianno negou, mas não convenceu Bolsonaro. No ápice da convulsão, disse ter falado ao telefone com o presidente, internado no Hospital Albert Einstein, e que todo o mal-entendido havia sido resolvido. O filho Carlos tuitou: “Mentira”.
Uma extensa conversa por meio de mensagens de audio no WhatsApp revelada por VEJA comprovou que Bebianno dissera, sim, a verdade.
Demitido, o ex-fiel escudeiro assiste à distância as novas investidas de Carlos contra novos alvos (o vice Hamilton Mourão e o ministro Santos Cruz).
Dos Estados Unidos, onde passa férias, ele faz o alerta: “Carlos sabe como manipular o presidente”.
O general Santos Cruz, que tem sido violentamente atacado nas redes sociais bolsonaristas, é o novo Gustavo Bebianno?
Espero que não, mas tudo indica que pode ser. O modus operand é o mesmo, desqualificar o ministro com ataques levianos. A questão que fica é: por que esse governo age e reage dessa forma tão peculiar, atacando aliados?
Exoneração de cargos em governo deve ser assunto de Estado, decisão exclusiva do presidente, a ser comunicada ao seu ministro. Nesse governo, no entanto, a exoneração é sempre precedida de um irresponsável e desnecessário processo de difamação. Por que tentar manipular a opinião pública? Para que o presidente e seus filhos pareçam mártires, enquanto todos os demais, traidores, comunistas ou infiltrados? Queimar injustamente os ministros de Estado escolhidos pelo próprio presidente não me parece o método mais inteligente e ético. Isso terá consequências.
Por que Bolsonaro se deixa influenciar por seu filho Carlos?
Essa é uma pergunta que deveria ser dirigida ao presidente. Pela minha ótica, ele tem conhecimento dos problemas do filho, mas não sabe como resolver a questão. A minha impressão é que há muita chantagem emocional envolvida e assuntos íntimos de família que não me dizem respeito. A minha única observação é no sentido de que o presidente está tendo uma grande dificuldade para impor limites, e isso atrapalha o governo.
Quem o demitiu, afinal? Jair ou Carlos?
O presidente estava em um momento de fragilidade emocional e física, pois tinha acabado de passar por mais uma cirurgia, além de todo o período de internação hospitalar. Carlos se aproveitou daquela situação para fazer a cabeça do pai e jogá-lo contra mim. Ele sabe como manipular o pai, usando teorias de conspiração sem fundamento algum. O presidente está perdendo quase todos os seus verdadeiros aliados por conta disso. E os que ainda estão ao seu lado não põem mais a mão no fogo. Essa posição de isolamento e bem frágil, pois o líder máximo da nação precisa contar com o respeito e a confiança de sua equipe.
Como o senhor analisa o embate entre os generais e Olavo de Carvalho?
Bem, em primeiro lugar, quero destacar a minha reverência e respeito pelas Forças Armadas e pelos generais e demais oficiais que hoje ocupam funções no governo. Na verdade, o meu respeito pelo presidente teve como pressuposto original o fato de ele ser um militar. Por isso, sempre fiz questão de tratá-lo de capitão. Posso garantir que os militares são leais, patriotas, honestos e, acima de tudo, guardiães da Constituição. São o que de melhor há neste governo.
Em relação ao Olavo, é um teórico, que em nada tem contribuído para melhorar o Brasil. Critica tudo e todos, mas jamais se dispôs a vir ajudar. A gota d’agua, para mim, foram os ataques baixos, rudes e mentirosos, contra o general Santos Cruz, que e um homem honrado.
De onde vem essa autoridade moral do Olavo de Carvalho sobre o presidente?
Você acha mesmo que o presidente lê ou assiste a Olavo de Carvalho? Essa influência se dá por meio dos filhos, especialmente Carlos e Eduardo, que são inexperientes. Mas, seja de forma direta ou indireta, acho ruim.
Os militares não conseguem alertar o presidente sobre os problemas que Olavo cria?
Eles tentam, mas nem sempre é fácil, principalmente quando Carlos está por perto. Infelizmente, minha avaliação estava errada. O presidente só ouve o filho, a seita cresce e, hoje, o governo está nessa situação complicada.
Quando sua relação com Carlos começou a se deteriorar?
Na verdade, esse processo se iniciou antes mesmo da posse, quando Carlos Bolsonaro já exigia do pai meu afastamento do grupo. O filho do presidente ameaçava ir embora caso se confirmasse minha nomeação como ministro. É incrível, mas esse tipo de ameaça realmente desequilibra o Jair. Foi uma fase muito desgastante. Por mais de uma vez, tive o impulso de ir embora, mas algumas pessoas importantes no processo me convenceram a permanecer. Por outro lado, o presidente tinha plena consciência do meu papel, sabia da minha lealdade e capacidade, e que não seria correto atender ao capricho do filho. Mas a perseguição continuou e o resultado foi o meu afastamento.
Pela maneira como o senhor foi tratado, ainda sente mágoa de Jair Bolsonaro?
Sou um ser humano e não sofro de amnésia. Noventa dias já se passaram, esfriei a cabeça, recapitulei o que aconteceu algumas vezes. O problema não foi ter saído do governo, pois isso faz parte do jogo e das circunstâncias. Esperava ao menos uma conversa, até mesmo para dizer, francamente, que não suportava mais as pressões e que preferia ceder à vontade do filho. O que me deixou perplexo, no entanto, foi a forma desleal com que fui tratado. Foi um linchamento público desmedido, sob falsas acusações. Inventaram vários pretextos para justificar a decisão e criaram uma crise sem motivo algum. Tentaram sujar o meu nome e denegrir a minha imagem e honra, e isso considero inaceitável. Hoje, fazem o mesmo com o general Santos Cruz, que é um homem correto e verdadeiro amigo do presidente, como também fui. Sei o que fiz para que o presidente fosse eleito. Ele também sabe. Até onde sei. ele também não sofre de amnésia. Um de seus problemas é se permitir permanecer cercado por um grupo de pessoas que nada fazem de efetivo a favor dele ou do país.
O senhor não havia percebido a influência que os filhos exerciam sobre Bolsonaro na campanha?
Eu sabia que existia, sim, um nível de influência, principalmente do Carlos, mas ela não chegou de fato a atrapalhar muito durante a pré-campanha e a campanha. Uma vez, no avião, perguntei ao presidente o motivo de o Carlos não parcipar de nada, de nunca estar presente, de se manter sempre alheio e à distância, e ele me respondeu que o Zero Dois era um pitbull para deixar quieto.
Qual foi o papel de Carlos Bolsonaro na eleição do presidente?
Na minha avaliação, nenhum!
Nenhum?
Ficar sentado no sofá de casa, ofendendo os outros e falando bobagens pela internet, é bem fácil. Carlos nunca fez uma viagem sequer conosco pelo Brasil afora. A única viagem em que esteve presente foi a de Juiz de Fora, a do atentado, pois era um trajeto curto, de carro, cuja volta estava programada para o mesmo dia. A verdade é que Carlos nunca se sacrificou pela campanha do pai, nunca dormiu no chão ou em aeroporto, nunca cuidou da segurança, sempre esteve distante.
O senhor tem medo de alguma vingança?
Vingança, por que vingança? Não fiz nada de errado. Pelo contrário!
Como disse, trabalhei dois anos para eleger o presidente e resolvi todo tipo de problema pelo caminho. Atuei como advogado, assessor de imprensa, segurança, líder partidário, coordenador de campanha, mas, acima de tudo, fui seu amigo. Estou reconstruindo a minha vida e espero não ser vítima de mais covardia.
O senhor é o organizador do laranjal do PSL?
Isso só pode ser piada! Essa acusação é leviana, e, até onde sei, não existe laranjal no PSL. É mais fácil isso ter acontecido em outros partidos.
O MDB, por exemplo, recebeu quase 250 milhões de reais de fundo eleitoral, e o PT, 220 milhões. O então pobre PSL recebeu 5% desse valor, que foi distribuído de forma parcimoniosa por todo o Brasil.
O ministro Sérgio Moro vem sofrendo algumas derrotas. O senhor acha que o presidente está rifando o ex-juiz?
Repare o que motiva sua pergunta: a dúvida se o presidente está sendo firme e leal com sua tropa, ou se a está “rifando” e abandonando pelo caminho, assim como fez comigo. Independentemente da resposta, que honestamente não sei qual é, o fato é que a liderança do presidente está abalada e vem sendo questionada desde meu episódio, hoje agravado pelo mesmo comportamento em relação aos militares. O presidente terá de superar essa desconfiança para que seja capaz de governar.
Até onde o senhor pode observar, como é a relação entre Paulo Guedes e Bolsonaro?
O ministro Paulo Guedes é muito inteligente, um dos profissionais mais preparados que já conheci. Ele sustenta suas ideias com esmero e quer o melhor para o país. E sabe que o presidente ainda precisa assimilar muitos princípios básicos que norteiam uma economia verdadeiramente liberal. Por isso, poderá ficar sozinho em algumas batalhas.
Qual o maior erro do governo Bolsonaro?
Falta de diálogo e coordenação.
Qual o maior acerto?
São muitos. Desde o início, ter trazido os militares para o governo e ter apostado no ministro Paulo Guedes. O ministro Sérgio Moro também foi um grande acerto.
Aliás, não entendo por que falar em vaga no STF agora, já que a missão do Moro está só no começo na Justiça.
No seu curto tempo de Palácio, qual lição aprendeu?
Aprendi no governo que o poder seduz e altera o comportamento das pessoas. Torna-as arrogantes e também compromete a memória. Na política, nossa maior virtude deve ser manter os pés no chão e os verdadeiros aliados por perto.
Desde o episódio de sua demissão, o senhor voltou a falar com Bolsonaro?
Trocamos WhatsApp de voz logo após o vazamento do áudio do Onyx Lorenzoni. A mensagem que ficou foi de pesar pelo ocorrido. Desejo sorte ao presidente. Espero que ele valorize seus aliados e ministros, contribua para o diálogo e faça um excelente governo para todos nós.

thaisagalvao

18 de maio de 2019

Aniversariante desse domingo é a governadora Fátima Bezerra

Aniversariante deste domingo 19, a governadora Fátima Bezerra comemorou na noite de ontem, sexta, com um  festão, como acontece todo mês de maio, no Clube da Petrobras, em Nova Parnamirim.
Da política a presença do vice Antenor Roberto, da presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, a ex-ministra Maria do Rosário, os senadores Zenaide Maia e Jean-Paul Prates, a deputada federal Natália Bonavides, os estaduais Isolda Dantas, Chico do PT, Eudiane Macedo, Ubaldo Fernandes e o líder do governo George Soares, o presidente da Câmara Paulinho Freire e os vereadores Raniere Barbosa, Divaneide Basílio e Fernando Lucena…
Auxiliares e amigos eram muitos.
a informação é de thaisagalvao










CENÁRIO MUDOU E PODE HAVER REBELIÃO POPULAR DIZ BRENO ALTMAN:


"Mais uma vez na nossa história, foram os estudantes que tomaram a dianteira", diz o jornalista, editor do site Opera Mundi; "Com as manifestações, o cenário que se encontrava congelado em torno de alternativas proprietárias das elites, abre-se a possibilidade de uma saída popular da crise.

Movimento estudantil planeja atos ainda maiores no dia 30: "A luta apenas começou"

..A imagem pode conter: texto
Após comemorar o impacto dos atos da Greve Nacional da Educação na última quarta-feira (15), com um milhão de manifestantes em cerca de 200 cidades brasileiras, o movimento estudantil assumiu o objetivo de ampliar o volume dos próximos protestos. Por isso, antes mesmo do fim do dia, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) convocaram a população para o Segundo Dia Nacional em Defesa da Educação em 30 de maio. 
A pauta central das reivindicações será, mais uma vez, o repúdio ao corte de 30% do orçamento da pasta pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

17 de maio de 2019

Flávio Bolsonaro se desesperou ao saber que quebraram seu sigilo Bancário

Informação da VEJA:

Flávio Bolsonaro desabou ao saber da quebra de sigilo bancário e fiscal, medida que afeta também sua mulher, sua empresa e muitos assessores. Triste, o 01 não segurou as lágrimas.

BOLSONARO DIVULGA TEXTO GRAVE EM QUE INSINUA RENÚNCIA OU GOLPE

LOBÃO ABANDONA BOLSONARO E VÊ NOVELA MEXICANA DE QUINTA CATEGORIA NO PODER

Impeachment de Bolsonaro já é um dos assuntos mais comentados nas redes

A Governadora Fátima Bezerra é a aniversariante do dia


IMPEACHMENT DE BOLSONARO JÁ ENTRA NA ORDEM DO DIA

15 de maio de 2019

Estudantes tomam as ruas do Brasil e Weintraub, o ministro da ignorância, é vaiado na Câmara

A Região Oeste do RN também mandou seu recado e foi as ruas dizer Não aos cortes na educação e a Reforma da Previdência

O Blog do Jornal A tromba faz registro das manifestações ocorridas na manhã de hoje em Pau dos Ferros e  Severiano Melo.  Não temos ainda imagens, mas as informações é que a maioria dos municípios do RN aderiram a paralisação.

Manifestação em Pau dos Ferros/RN
Manifestação em Pau dos Ferros/RN

A imagem pode conter: 9 pessoas, incluindo Emirene Lucena, pessoas sorrindo, atividades ao ar livre

Manifestação em Severiano Melo  - na Foto professores/as e sindicalistas municipais;


A Tromba informa: RN 079 que liga Água Nova a Rafael Fernandes interditada

A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé, céu, atividades ao ar livre e natureza

A Prefeitura Municipal de Água Nova através do DER (Departamento de Estradas de Rodagem) do Rio Grande do Norte vem a público comunicar que o trecho que liga o município de Água Nova ao município de Rafael Fernandes encontra-se interditado. As providências estão sendo tomadas para solucionar o problema mais rápido possível, informou prefeito de Água Nova Ronaldo Sousa


A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé, atividades ao ar livre e natureza
Fotos: redes sociais de Ronaldo Sousa

ÀS RUAS!

PREFEITO RONALDO SOUZA PARTICIPA DO ENCONTRO SETORIAL DO SENAR JUNTO AO SECRETÁRIO DE AGRICULTURA


Prefeito Ronaldo Souza junto ao Secretário de Agricultura Francisco Pereira, mais conhecido como “Nem Preá”, participaram de um encontro setorial do SENAR em Frutuoso Gomes/RN, com a pauta principal sobre a construção de barragens subterrâneas com Lona Plástica para captação de água das chuvas no subsolo. O encontro teve a presença de vários prefeitos e secretários da região. Com a participação ativa do município, Água Nova será contemplada com várias barragens subterrâneas, com objetivo de garantir a produtividade e a permanência do homem do campo.
Após o encontro, Ronaldo Souza concedeu uma entrevista ao repórter Carlos Adms no encontro setorial do SENAR, referente às Barragens Subterrânea destinada ao Município de Água Nova/RN.
Como funciona:
A barragem subterrânea retém a água da chuva que escoa em cima e dentro do solo, por meio de uma parede construída dentro da terra e que se eleva a uma altura de cerca de 50 centímetros acima da superfície, no sentido contrário à descida das águas. Escava-se uma vala no sentido transversal das descidas das águas até a rocha ou camada impermeável. Depois, estende-se um plástico de polietileno por toda a extensão da vala, que em seguida é fechada com terra. O plástico funciona como uma parede impermeável e um sangradouro é feito para eliminar o excedente de água, em dias de chuva torrencial. Como uma vazante artificial temporária, a barragem subterrânea mantém o terreno úmido por um período de dois a cinco meses após a época chuvosa. Pode ser construída em leito de rio e riacho, córregos, linhas de drenagem, e o custo varia de acordo com as condições locais. @ Água Nova